Educação

Prefeitura proíbe o uso de celulares durante as aulas

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A Prefeitura proíbe o uso de celulares durante as aulas nas escolas municipais do Rio de Janeiro. Veja o que muda

Prefeitura proíbe o uso de celulares durante as aulas nas escolas municipais do Rio. Foto: Divulgação
Prefeitura proíbe o uso de celulares durante as aulas nas escolas municipais do Rio. Foto: Divulgação

A partir desta segunda-feira (7/8), as salas de aula das escolas municipais do Rio de Janeiro terão uma nova regulamentação a ser observada: o uso de celulares será restrito. O decreto do prefeito Eduardo Paes que proíbe o uso destes aparelhos vem em resposta ao recente Relatório Global de Monitoramento da Educação 2023 da Unesco. O estudo ressalta que os celulares podem, de fato, atrapalhar a aprendizagem e a concentração.

Entretanto, essa decisão não é um banimento total. Durante as aulas, o celular e outros dispositivos deverão ser mantidos no modo silencioso e armazenados dentro das mochilas e bolsas dos estudantes. A intenção dessa medida, naturalmente, é reduzir distrações e interrupções que possam prejudicar o processo educativo. Em situações de descumprimento, a responsabilidade de intervir cairá sobre os professores, que poderão adotar medidas específicas em sala ou acionar a equipe gestora da escola.

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Exceções

Haverá, contudo, situações em que o celular poderá ser utilizado. Quando instruído pelo professor para fins educativos, como pesquisas e leituras, o uso do aparelho será permitido. Adicionalmente, estudantes com deficiência ou problemas de saúde que necessitem do dispositivo para monitoramento ou assistência também estarão isentos da proibição.

No âmbito global, o relatório da Unesco alerta sobre os riscos da exposição excessiva às telas. Estas preocupações se traduzem em aspectos como menor curiosidade, falta de autodisciplina, oscilações emocionais e até mesmo manifestações de depressão e ansiedade em jovens. Alguns países, cientes destes riscos, já adotaram proibições semelhantes. É o caso de nações como México, Portugal, Espanha, Suíça, Estados Unidos, Holanda, Letônia e Escócia.

Renan Ferreirinha, secretário de Educação, pontua que a constante notificação dos celulares pode se comparar a um estudante deixando a sala a cada instante. “Não é possível se concentrar e aprender adequadamente assim”, afirma. Além disso, o secretário destaca que a escola deve ser um espaço de socialização, e o uso excessivo de dispositivos pode comprometer essa interação, isolando os alunos em suas respectivas telas.

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Unesco

Aliás, o relatório da Unesco também chama atenção para o papel dos governos, ressaltando a importância de assegurar um acesso igualitário à educação, regulamentando o uso da tecnologia para proteger os estudantes de influências prejudiciais e preparar os docentes para tal.

Com essa perspectiva, Ferreirinha ressalta a importância de adaptar-se aos novos tempos. “Há um uso excessivo dos smartphones e uma clara epidemia de distrações”, observa. Segundo ele, é vital educar e auxiliar os jovens para essa nova realidade, estabelecendo regras claras. A iniciativa visa não apenas proteger os estudantes dos perigos do uso excessivo da tecnologia, mas também fomentar hábitos mais conscientes e responsáveis no manuseio dos dispositivos.

Com informações da Prefeitura do Rio de Janeiro.

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